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sexta-feira, 6 de julho de 2012

ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO ACADÊMICO


ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO ACADÊMICO
1 – FORMATAÇÃO DE PÁGINAS
Margens:

  • Superior: 3 cm
  • Esquerda: 3 cm
  • Inferior: 2 cm
  • Direita: 2 cm
Espaçamento entre linhas: 1,5
Alinhamento: Justificado
Fonte/Letra: 12 Arial ou Times New Roman


O trabalho acadêmico é dividido em 3 elementos:

  • Pré-textuais: que dão as informações que contribuem na indicação e utilização do trabalho;
  • Textuais: que correspondem ao conteúdo do trabalho. Dividido em introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • Pós-textuais: são as referências de obras que foram consultadas para a elaboração do trabalho, como: bibliografia, musicografia, filmografia e endereços eletrônicos (sites).

2 – PRÉ-TEXTUAIS

2.1 – CAPA: deve conter nome do autor, nome da instituição, local, nome, título e subtítulo (opcional). Ex.:

IEPCC
ALUNO

NOME DO TRABALHO





MAGÉ
2012

2.2 – FOLHA DE ROSTO: deve conter as mesmos elementos da capa acrescido da natureza do trabalho. Obs.: A natureza do trabalho deve estar recuada e com fonte 12. Ex.:

IEPCC
ALUNO
NOME DO TRABALHO

Trabalho de história orientado pelo prof. Marcos com a finalidade de conscientizar o tema de estudo e compor o processo avaliativo desta disciplina.
MAGÉ
2012

2.3 – SUMÁRIO: Indica onde está cada componente do trabalho. Ex.:
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.................................................................................................4

Capítulo 1 - Música.........................................................................................5

Instrumentos......................................................................................................5

Ritmos...............................................................................................................7

Canções............................................................................................................9

Cantores e Compositores...............................................................................11

Capítulo 2 - Moda.........................................................................................13

Penteados.......................................................................................................14

Vestuário.........................................................................................................16

Acessórios......................................................................................................18

Estilistas e Modelos........................................................................................20

CONCLUSÃO................................................................................................50

REFERÊNCIAS..............................................................................................51

3 – TEXTUAIS

3.1 – INTRODUÇÃO: tem a finalidade de apresentar o trabalho e relatar o processo de como ele foi elaborado. É estruturado um texto que deve ser considerado em conta os seguintes elementos:

  • Problematização: é uma prévia contextualização do tema estudado, ou seja, o “por que” de estudar o tema;
  • Objetivos: “o que” o estudo pretende alcançar;
  • Hipótese: “como” se pretende alcançar esse objetivo;
  • Metodologia: “quais” os caminhos utilizados para alcançar o objetivo, ou seja, obras e métodos que serão utilizados para a pesquisa;
  • Justificativa: “por que” essa pesquisa é importante, “em que” ela colabora para o pesquisador e o meio em que vivemos.

3.2 – DESENVOLVIMENTO: É a etapa principal do trabalho, onde se desenvolve todo o estudo.

3.3 – CONCLUSÃO: É a finalização do estudo, é um resumo crítico do autor relatando sua contribuição no estudo e a importância desse estudo para o meio.

4 – PÓS-TEXTUAIS

4.1 – REFERÊNCIAS: São as obras consultadas para a elaboração do trabalho.  As REFERÊNCIAS AUTORAIS

SOBRENOME, primeiro nome (iniciais). Título: subtítulo. Local: Editora, Ano.
4.2 – EXEMPLOS

A) 1 autor:

GIL, Antonio de Lourenço. Segurança em informática. São Paulo: Atlas, 1994.
B) autor repetido:
GIL, Antonio de Lourenço. Segurança em informática. São Paulo: Atlas, 1994.
_________. Metodologia do ensino superior. São Paulo: Atlas, 1997.
C) 2 autores:
ALVEZ-MAZZOTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. Médodo nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira 2001.
D) 3 autores:
SOUZA, Donato Bello de; SANTANA, Marco Aurélio; DELUIZ, Neise. Trabalho e educação: centrais sindicais e reestruturação produtiva no Brasil. Rio de Janeiro: Quartet, 1999.
E) Mais de 3 autores:
OLIVEIRA JUNIOR, José Alcebiades de, et al. Cidadania coletiva. Florianópolis: Paralelo, 1996.
F) Dicionário:
MELHORAMENTOS. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Melhoramentos, 2004.
G) Enciclopédia:
ENCICLOPÉDIA Barsa. São Paulo: Enciclopédia Britannica do Brasil, 1999.
F) Artigos da internet:
GOMES, Cristina. Pré História. Disponível em: http://www.infoescola.com/história/pre-historia/. Acesso em 25 de junho de 2012.
WIKIPEDIA. Pré História. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-hist%C3%B3ria. Acesso em 25 de junho de 2012.

Por Prof. Marcos Nash

MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO



MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO

O chamado modo de produção asiático caracteriza os primeiros Estados surgido no Oriente Próximo: Índia, China e África. A agricultura, base da economia desses Estados, era praticada por comunidades de camponeses pressos à terra, que não podiam abandonar seu local de trabalho e viviam ao regime de servidão coletiva. Todas as terras pertenciam ao Estado, representando pelas figuras do imperador, rei ou faraó que se apropriavam do excedente agrícola (produção que supera o consumo imediato), distribuindo-o entre a nobreza, formada por sacerdotes e guerreiros. Esse Estado, todo-poderoso, onde reis ou imperadores eram considerados verdadeiros deuses, intervinha diretamente no controle da produção. Nos períodos entre safras, era comum o deslocamento de grandes levas de trabalhadores (servos e escravos) para a construção de imensas obras públicas, principalmente canais de irrigação e monumentos. Esse tipo de poder, também denominada despotismo oriental, marcado pela formação de grandes comunidades agrícolas e pela apropriação de excedentes de produção, caracteriza a passagem das sociedades sem classes das primitivas comunidades pré-histórica para as sociedades de classes. Nestas, predominam a servidão entre explorados e exploradores, embora a propriedade privada ainda fosse pouco difundida. Guardadas as particularidades históricas, pode-se afirmar que os primeiros Estados do Oriente Próximo (egípcios, babilônicos, assírios, fenícios, hebreus, persas) desenvolveram esse tipo de sociedade. Por fim e resumidamente, a servidão coletiva era o modo de pagamento para o rei ou faraó pelas terras.

Por Prof. Marcos Nash